Cogumelos psilocybe cubensis desidratado como usar?

A Experiência psicodélica é a expansão da mente, como usar podemos se dizer que não é uma matemática exata, pois cada mente e cada organismo tem seu comportamento, é importante que façamos algumas considerações para psilocybe cubensis como usar.

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Psilocybe cubensis desidratado como usar - Fatores que devem ser levados em consideração

Existem vários fatores que podem influenciar na sua primeira experiência com a psilocibina através dos psilocybe cubensis como usar, vamos listar algumas formas logo a baixo:

Quanto a quantidade, quanto tomar? Não pense "quanto maior a dosagem, melhor será", a conta não é assim tão simples, confira protocolos de estudos antes de ingerir qualquer quantidade.

O Ambiente, a intenção, o horário do dia ou da noite, o estilo de música que estiver escutando no momento, se você está sozinho, com um amigo ou com vários amigos em uma festa, todos estes fatores e outros podem contribuir e muito para a sua percepção em meio a esta experiência.

Psilocybe cubensis dosagem - Entendendo a Microdosagem

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Microdose ou microdosagem é o consumo de substâncias psicodélicas em quantidades sub-perceptíveis, em doses sutís.

Este protocolo de ingestão de substâncias vem ganhando cada dia mais destaque, devido a seus resultados positivos a longo prazo, como:

  • Aumento da criatividade
  • Inspiração
  • Foco
  • Produtividade
  • Sociabilidade
  • Empatia

A micro dosagem vem sendo procurada por diversos empreendedores de ponta, grandes executivos, profissionais da área criativa, programadores do vale do silício, corretores, universitários, candidatos a concursos públicos e entre outros, algumas pessoas chegam relatar:

  • Aumento da Espiritualidade
  • Abertura da consciência
  • Amplificação dos sentidos

Em nível molecular os psicodélicos clássicos estão intimamente relacionados com a Serotonina, um dos principais neurotransmissores, responsável por quase tudo o que fazemos ou o que sentimos.

Estas substâncias uma vez metabolizadas estimulam o receptor chamado 5-HT2a, estudos mostram que o estímulo regular deste receptor produz dois resultados muito interessantes.

1- Estimula a produção do BDNF (Fator neurotrófico derivado do cérebro) uma proteína considerada hoje como a principal responsável pela manutenção da saúde cognitiva.

2- Estimula a produção do glutamato um neurotransmissor fundamental em funções como:

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  • Cognição
  • Aprendizagem
  • Memória

Outra ação interessante dos psicodélicos é permitir a transmissão de informações entre partes do cérebro que geralmente não se comunicam.

Isso ocorre através da diminuição do nosso piloto automático cerebral, conhecido como DMN (Default mode network) ou Rede de Modo Padrão, envolvida em diversas funções cerebrais essenciais, tais como os pensamentos que temos diariamente.

Vários estudos correlacionam estados depressivos com uma sobrecarga de atividade nesta área e reequilibra-la, promove uma série de benefícios, muitos já citados até agora neste artigo.

Os psicodélicos estimulam a sensação de presença no presente e isso ajuda a explicar a eficácia da microdosagem em combate a depressão e ansiedade.

Estudo da Universidade Johns Hopkins é o primeiro a mostrar o potencial da psilocibina, no tratamento das doenças.

psilocybe cubensis dosagem - Entendendo Doses Enteógenas:

Após a ingestão o indivíduo leva tipicamente cerca de 15 a 45 minutos para começar a sentir os efeitos.

Os efeitos variam de pessoa para pessoa e também dependem do ambiente externo e espiritual de cada indivíduo como já havíamos comentado acima. A princípio pode-se ter uma impressão de leve tontura e até mesmo um certo desconforto gástrico.

Muitas vezes tem-se sensações agradáveis que incluem empatia com as outras pessoas e com o universo.

Em um segundo momento é possível perceber alterações nas percepções visuais e noção de espaço.

Por volta da 2º horas após ingestão de doses enteógena costuma-se alcançar o topo da "viagem". Neste ponto, dependendo da quantidade ingerida, pode-se estar em um estado totalmente desconexo da realidade. Alucinações intermitentes em todos os sentidos provocando sinestesia e desprendimento do ego são comuns. O ponto alto da "viagem" pode ser extremamente agradável e, segundo alguns usuários, de um aprendizado considerável.

Obs: A Psilocibina é convertida em Psilocina pelo organismo humano, sendo excretada sem transformação na urina. Não existem relatos de morte relacionados diretamente com o uso de cogumelos mágicos, não há registros de overdose.

A psilocibina não causa dependência física ou psíquica. Estudos do livro do Dr. James Fadman sugere que a psilocibina é uma das ferramentas de exploração e expansão da consciência.

Psilocybe cubensis quanto tomar?

Sabendo que existem modalidades de estudos com os cogumelos psilocybe cubensis, definindo qual fazer estudos seja com micro doses e ou doses enteógenas é importante saber as quantidades, psilocybe cubensis quanto tomar no caso da micro dosagem, de quanto estamos falando, e psilocybe cubensis quanto tomar doses maiores?

  • Dosagem de psilocibina

Obviamente, o uso de qualquer planta ou extrato de planta impede a medição exata. No entanto, existem alguns parâmetros.

Segundo o livro “The Psychedelic Explorer 's Guide do Dr. James Fadman” De 150 a 400 microgramas de LSD é um intervalo normal. Embora este livro se concentre no LSD, uma gama completa de experiências semelhantes pode ocorrer com a mescalina ou a psilocibina.

Se o viajante estiver tomando mescalina, 1 micrograma de LSD é igual a 1 ou 2 miligramas de mescalina. Se a psilocibina for usada, 30 miligramas são chamados de “dose alta segura”.

Psilocybe Cubensis Dosagem

Micro dosagem

A Micro Dosagem de psilocibina fica na faixa das 200Mg e 500Mg de cogumelos psilocybe cubensis desidratados ou em cápsulas, confira o protocolo abaixo.

Protocolo

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  • Dia 01: Tome sua micro dosagem e observe seus efeitos imediatos
  • Dia 02: Observe os efeitos residuais
  • Dia 03: Descanse seus receptores de serotonina (Nossos corpos criam tolerância rapidamente)
  • Dia 04: Tome outra dosagem

O ideal é começar com uma dose baixa (200Mg) e ir aumentando aos poucos, a microdosagem inicial tem a função de auxiliar, jamais interferir em sua vida cotidiana.

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Quando tomar?

Em seu livro (The Psychedelic Explorer 's Guide) o Dr. James Fadman Ph.D. recomenda uma microdose a cada 3 dias, preferencialmente pela manhã, para que seus efeitos sejam observados e percebidos ao longo do dia.

Obs: Não é recomendado microdosar próximo da hora de dormir.

O peso corporal e o metabolismo não parecem ser, por si só, variáveis ​​decisivas na seleção da dose certa para um indivíduo.

Psilocybe cubensis dosagem - Dose Enteógena

É importante saber que o uso de doses maiores requerem um “jejum” de no mínimo 6 horas para evitar a absorção da substância pela gordura contida nos alimentos, existem muitos alimentos que inibem o efeito da psilocibina no organismo então o jejum é essencial.

Recomenda-se uma “pausa” em medicamentos controlados de no mínimo 72 horas já que muitos desses medicamentos controlados “cortam efeito” da substância psilocibina no organismo.

Em caso de doses enteógenas recomenda-se ter um “acompanhante”, uma pessoa de confiança que pode ministrar o processo e dar apoio caso necessite.

Existem 3 medidas conhecidas para dosagem enteógena com cogumelos psilocybe cubensis desidratados, sendo elas:

  • Dose leve: 1 a 2 gramas
  • Dose média: 2 a 4 gramas
  • Dose alta: 4 a 6 gramas

OBS: O sabor dos cogumelos secos não é assim tão agradável, recomenda-se unir a algo doce (pouco) para iniciar sua experiência com o pé direito. Ex: uma colher de leite condensado.

Psilocibina onde encontrar?

Existem vários cogumelos que possuem a substância, infelizmente nem todos são de fácil acesso, o mais conhecido é o “cogumelo vermelho” ou Amanita Muscaria, porém de dificil acesso, o mais difundido com fácil acesso é o Psilocybe Cubensis.

Você pode comprar cogumelos psilocybe cubensis online, dentro da lei no Brasil, sim o Brasil tem uma legislação que permite o uso, transporte e comércio dos cogumelos mágicos.

Sites seguros, onde comprar

A forma mais fácil de encontrar psilocibina é a compra online de cogumelos Psilocybe Cubensis desidratados, sendo que em cápsulas para microdosagem ainda não existe produto com registro na ANVISA, tornando toda capsula comercializada um produto sem garantias que só um laboratorio registrado pode trazer, já os cogumelos secos você pode encontrar em lojas online, produto de livre comercio no Brasil.

Existem várias lojas online para cogumelo alucinógeno comprar, segue duas opções confiaveis para compra de cogumelos secos.

Lembrando que com base em normativas da ANVISA todo e qualquer encapsulado comercializado em territorio nacional deve ter por obrigação registro com o orgão regulador (ANVISA), portanto o comercio de encapsulados geralmente utilizados para microdosagem não são produtos 100% legais, o ideal para quem procura microdosagem é comprar o cogumelo seco e/ou desidratados e produzir seus encapsulados em casa.

Sugestões de lojas: Sem dúvidas boas opções para psilocybe cubensis comprar de forma segura e com suporte são as lojas "AHO", garantias e envios rápidos, ahofind.com em São Paulo e ahomistic.com em Santa Catarina, cogumelos com padrão de qualidade de um ambiente de produção controlado.


Porquê os cogumelos mágicos ficam azuis

Por que os cogumelos mágicos ficam azuis quando são cortados?

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Os químicos desvendaram esse mistério de uma década, revelando no processo que os pigmentos azuis escuros no centro do mistério são semelhantes ao índigo , o corante usado para produzir jeans azul.

Cogumelos mágicos ou Psilocybe são fungos que produzem os compostos psicotrópicos psilocibina e psilocina. Eles são uma das várias espécies que desenvolvem instantaneamente uma coloração azul quando são cortados ou machucados. Nos cogumelos Boletales , a girocianina oxidada ou o ácido pulvínico são a fonte da cor azul. Mas esse não é o caso dos cogumelos Psilocybe.

Pesquisas anteriores haviam estabelecido que a cor azul era causada pela psilocibina oxidada, mas a natureza do pigmento e o caminho bioquímico que o produzia permaneciam indefinidos.

Dirk Hoffmeister , do Instituto Leibniz de Pesquisa de Produtos Naturais e Biologia de Infecções, na Alemanha, e sua equipe trabalham com Psilocybe cubensis há vários anos. Cultivando os cogumelos em seu laboratório, eles viram a misteriosa reação azulada inúmeras vezes. “Estávamos apenas curiosos e tentamos resolver um fenômeno conhecido há décadas”, diz Hoffmeister.

Mas quando tentaram extrair e purificar o composto azul, falharam. 'Isso nos intrigou e nos desafiou', diz Hoffmeister. "Foi aqui que pesquisadores anteriores - pessoas muito talentosas - tiveram que desistir, e foi aí que demos um passo adiante com métodos analíticos não convencionais."

Os pesquisadores cavaram fundo na caixa de ferramentas analíticas com cromatografia líquida – espectrometria de massa, espectrometria de massa Maldi, espectroscopia de infravermelho, bem como espectroscopia de ressonância magnética nuclear resolvida no tempo para observar os compostos à medida que se formam.

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O pigmento, como se vê, não é apenas um único composto, mas uma mistura complexa de produtos de oxidação de psilocibina ligados. A maioria deles são oligômeros de psilocilo quinóides – compostos não muito diferentes do índigo, um pigmento azul profundo usado para tingir jeans. "[Os compostos azuis e índigo] compartilham semelhanças estruturais no núcleo indol, e em ambos a base para a cor é um quinóide", diz o principal autor do estudo, Claudius Lenz.

Todos os seis pigmentos de cogumelo que a equipe identificou são produtos de uma reação em cascata começando com psilocibina. Uma enzima fosfatase retira seu grupo fosfato, convertendo-o em psilocina. Uma lacase oxidante cria então radicais psilocil, que se combinam para formar subunidades acopladas C-5 e depois polimerizam via C-7. "Acho que eles fizeram um belo trabalho ao mostrar a reação em cascata", diz Jaclyn Winter , que estuda a biossíntese de produtos naturais em bactérias e fungos na Universidade de Utah, EUA.

O que exatamente os pigmentos azuis fazem

No entanto, permanece um mistério. “Nossa hipótese – e ainda não temos nenhuma evidência para isso – é que ele pode ter um papel protetor, como um repelente sob demanda contra predadores”, diz Hoffmeister. Os compostos podem produzir espécies reativas de oxigênio, que são tóxicas para qualquer inseto que mordisque os cogumelos. “Acho que veremos muitos estudos de acompanhamento sobre o verdadeiro papel ecológico dessas moléculas”, diz Winter.

Hoffmeister espera que seu estudo não apenas inspire outros a estudar fungos de uma perspectiva química, mas também mude a mente das pessoas sobre a psilocibina. “A psilocibina é vista como uma droga recreativa ilegal, mas tem um potencial fantástico como medicamento para depressão resistente à terapia”, diz ele.

Inverno concorda. “Existem alguns grupos que estão estudando a psilocibina, especialmente porque foi legalizada nos EUA em vários estados e porque está em testes clínicos”, diz ela. 'Acho que [este estudo] terá um enorme impacto no campo.'

Fontes: C Lenz et ai . , Angew. Chem., Int. Ed. , 2019, DOI: 10.1002 / anie.201910175, www.chemistryworld.com


Psicodélicos e Neuroplasticidade: uma revisão sistemática desvendando os biológicos fundamentos de psicodélicos

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Estudos clínicos sugerem que psicodélicos, como ayahuasca, DMT, psilocibina e LSD, têm potencial terapêutico em condições relacionadas ao estresse. Essas substâncias têm efeitos cognitivos, antidepressivos, ansiolíticos e anti viciantes, que se acredita serem o resultado de alterações bioquímicas semelhantes aos antidepressivos convencionais ou a uma substância cetamina de ação rápida. A via proposta é aumentar a neuroplasticidade cerebral. Esta revisão tenta refutar as evidências de que os psicodélicos induzem neuroplasticidade, focando nos efeitos da neuroplasticidade nos níveis celulares e moleculares dos psicodélicos após uma administração única e repetida. Quando os parâmetros comportamentais são descobertos em estudos selecionados, as vias bioquímicas estarão ligadas aos efeitos comportamentais.

Além disso, destacam-se as lacunas de conhecimento em fisiologia relacionadas aos desfechos clínicos psiquiátricos. Uma busca na literatura rendeu 344 resultados. A Triagem de títulos e resumos reduziu o número de estudos para 35; oito foram adicionados de outras fontes, e uma seleção final de 16 estudos pré- clínicos e quatro clínicos foi feita. Estudos (n=20) mostram que um único medicamento psiquiátrico causa mudanças rápidas nos mecanismos de plasticidade nos níveis molecular, neuronal, sináptico e dendrítico

Após uma única administração psicodélica, a expressão de genes e proteínas relacionadas à plasticidade, como o Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro ( BDNF), é alterada, resultando em neuroplasticidade alterada. Este último incluiu mais complexidade dendrical, o que lhe permitiu sobreviver aos efeitos psicodélicos. A administração repetida de um medicamento psiquiátrico estimulou a neurogênese e aumentou os níveis de mRNA de BDNF por até um mês após o tratamento. Os achados atuais mostram que os psicopatas induzem adaptações moleculares e celulares relacionadas à neuroplasticidade, e sugerem que essas adaptações correm paralelamente aos efeitos clínicos dos psicopatas, talvez os subjugando.

INTRODUÇÃO

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Os alucinógenos serotoninérgicos clássicos (psicodélicos) são uma classe de compostos psicoativos que produzem efeitos que alteram a mente através do antagonismo dos receptores da serotonina (5-HT), particularmente o receptor 5-HT2A. Psilocibina, dietilamida de ácido lisérgico (LSD), N, N-dimetiltriptamina (DMT), e ayahuasca, uma bebida contendo DMT, são exemplos de psicodélicos prototípicos usados ​​recreativamente que demonstraram influenciar estados fisiológicos, cognitivos e emocionais humanos, incluindo mudanças de humor e aumento da consciência em processamento.

Os psicodélicos são considerados fisiologicamente seguros porque não causam toxicidade física. Os efeitos dependem da quantidade, tipo de substância, via de administração, peso corporal, tolerância, idade, espécie e metabolismo, com doses mais altas frequentemente intensificando efeitos subjetivos em comparação com doses mais baixas. Outros preditores significativos de efeitos psicóticos incluem estado mental (conjunto) e ambiente (conjunto), humor e personalidade. Quando vistos de perto, esses psicodélicos diferem ligeiramente em suas características farmacológicas. Após a ingestão, a psilocibina, que é encontrada em cogumelos específicos, como o Psilocybe Cubensis, é rapidamente degradada em seu metabólito ativo na psilocina. Tanto a psilocina quanto a psilocibina mostram afinidade por uma ampla gama de receptores de serotonina (5-HT1A/B/D/E, 2B, 5, 6, 7) com alta afinidade pelo receptor 5-HT2A. Os efeitos psicológicos começam 10 a 40 minutos após a ingestão e duram de 2 a 6 horas.

Foi demonstrada uma farmacocinética linear na faixa de dose de 0,3-0,6 mg/kg. Os receptores 5-HT1A/D, 2A/B/C e 5-HT6 , assim como os receptores de dopamina D1 e D2 e ​​adrenérgicos, são todos afetados pelo LSD. Ele tem um antagonismo compartilhado para os receptores 5-HT2A e dopamina D2. O efeito agudizado da concentração plasmática de uma dose moderada de LSD, 75-150g pó para humanos, mostra efeitos farmacocinéticos proporcionais à dose que dura 6-12 horas, com os maiores valores após 1,5 horas. O DMT e seu análogo 5-MeO-DMT são agonistas dos receptores 5-HT1A/D, 2A e 5-HT6, bem como dos receptores 5-HT1A e 2A/B/C, respectivamente.

A ayahuasca também contém alcalóides não psicoativos que atuam como inibidores da monoamina oxidase, além do DMT.Esses compostos permitem que o DMT contorne o sistema digestivo e chegue ao cérebro não metabolizado. Quando o DMT é administrado sem os outros componentes da ayahuasca, os efeitos começam minutos após a ingestão e duram 15 minutos. Os efeitos da ayahuasca são perceptíveis 30 minutos após a ingestão, com duração de 3 horas e pico de 1,5-2 horas, que corresponde ao pico de concentração plasmática de DMT, indicando que o DMT desempenha um papel significativo na farmacologia da ayahuasca. Além de seus efeitos graves, estudos mostraram que os psicopatas também causam alterações em processos, como os mencionados acima, além da expectativa de vida no plasma sanguíneo. Naturalistas, por exemplo, encontraram melhorias nos processos emocionais e cognitivos após a administração oral de psilocibina e ayahuasca em um ambiente social por até quatro semanas após a experiência, em comparação com um grupo controle.

As alterações na neuroplasticidade estão entre as adaptações bioquímicas que podem estar ligadas às mudanças comportamentais e cognitivas duradouras dos psicodélicos. A neuroplasticidade é a capacidade do cérebro de mudar ao longo do tempo e inclui mudanças na estrutura celular, plasticidade estrutural e mudanças na eficiência da transmissão sináptica (também conhecida como plasticidade funcional). Plasticidade estrutural e funcional são processos moleculares e celulares que estão interligados. Para compreender completamente o alcance dos efeitos psiquiátricos nesses níveis, é necessário primeiro obter mais informações sobre os níveis em que a neuroplasticidade pode ocorrer, bem como as substâncias envolvidas.

As alterações na neuroplastia ocorrem em nível molecular por meio de vias de sinalização, ou cascatas de proteases intracelulares que transportam sinais dos receptores para o DNA. As vias de sinalização são desencadeadas pelo influxo de Ca 2+ via despolarização ou ativação do receptor N-metil-D-aspartato (NMDAR) Ca2+/proteína quinasa dependiente de calmodulina (CaMK2), extracellular quinase 1/2 (ERK1/2), proteína quinase ativada por mitógeno (MAP) /ERK, and BDNF/receptor de tropomiosina quinase B (BDNF/TrkB) are among them. A proteína de ligação a CREB (CREB) ou o complexo nuclear kappa B (NF-kB) são ativados no núcleo, permitindo a modulação de processos genéticos e plasticidade proteica. Por exemplo, genes de expressão imediata (IEGs) como c-Fos, Arc, Egr 1/2, C/EBP-, Fosb, Junb, Sgk1, Nr4a1 e Dusp1 são rapidamente expressos na atividade neural e são essenciais para a plasticidade da sinapse. Alterações na expressão de genes ligados à plasticidade podem ter impacto na neuroplasticidade celular.

As alterações no celular podem ser estruturais ou funcionais, e ambos os tipos possuem níveis diferentes que serão listados aqui. Plasticidade neuronal, plasticidade dendrítica e plasticidade sináptica são exemplos de plasticidade estrutural. A plasticidade dos neurônios é baseada na neurogênese, ou geração de neurônios, e ocorre em vários estágios. Para começar, células proliferantes são produzidas na zona subgranular do hipocampo e se diferenciam em neurônios granulares. Células em proliferação que sobrevivem à morte celular apoptótica migram e amadurecem em grânulos recém- formados, formando uma rede hipocampal completa. A plasticidade dendrítica inclui mudanças no número ou complexidade das pontas dendríticas, onde um grande número de espinhos e ramos dendríticos complicados refletem mais força sináptica. É vital lembrar que a liberação extensa de GABA e glutamato leva à formação de espinhas dendríticas.

Para concluir, assume-se que as alterações neurobiológicas, particularmente a neuroplasticidade aprimorada, estão sujeitas a efeitos terapêuticos psiquiátricos. As técnicas listadas acima podem ser usadas para avaliar as mudanças na plasticidade após o uso de psicodélicos em comparação com uma linha de base, um placebo ou um grupo controle. Para compreender plenamente o potencial terapêutico desses compostos, é necessário compreender as vias biológicas dos efeitos agudos e persistentes dos psicodélicos. Apesar de os psicodélicos ainda não terem um uso terapêutico reconhecido em psiquiatria, descobertas preliminares promissoras de seu potencial terapêutico apoiam novas pesquisas e fornecem informações sobre os fundamentos bioquímicos dos transtornos psiquiátricos.

Para abordar essa lacuna de conhecimento e responder à questão de quais efeitos psicológicos (efeitos serotoninérgicos) têm na neuroplasticidade molecular e celular, uma revisão sistemática foi realizada com foco apenas em psicodélicos serotoninérgicos clássicos (incluindo psilocibina, LSD, ayahuasca, DMT e seus estreitamente análogos relacionados). As substâncias desta lista foram escolhidas com base em seu antagonismo compartilhado com os receptores 5-HT2A. De acordo com os ISRSs e a cetamina, a hipótese de que os psicodélicos aumentam a neuroplasticidade molecular e celular foi testada. As substâncias desta lista foram escolhidas com base em seu antagonismo compartilhado com os receptores 5-HT2A. De acordo com os ISRSs e a cetamina, a hipótese de que os psicodélicos aumentam a neuroplasticidade molecular e celular foi testada. As substâncias desta lista foram escolhidas com base em seu antagonismo compartilhado com os receptores 5-HT2A. De acordo com os ISRSs e a cetamina, a hipótese de que os psicodélicos aumentam a neuroplasticidade molecular e celular foi testada


Pequenas doses, dose completa e dose total de psicodélicos

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Com o avanço das pesquisas psicodélicas, muitos já em fase de teste 3, outros ainda engatinhando, porém todos saindo da sombra do tabu, a procura por informação vem aumentando e muito na internet.

As perguntas frequentes flutuam entre, “como consumir?", “qual quantidade devo tomar?” “é legal perante a lei?” “posso usar sozinho?” e etc..

A prática de microdosagem de psicodélicos envolve a ingestão de quantidades sub-alucinogênicas de uma substância psicodélica (por exemplo, LSD, psilocibina ou ayahuasca) e recentemente cresceu em popularidade.

O número de contas de mídia populares e tratamentos de microdosagem em livros, matérias em grandes mídias como G1, Galileu, Folha de São Paulo e até mesmo no Olhar Digital, vem crescendo.

As comunidades de microdosagem online cresceram para dezenas de milhares, com mais de 40.000 usuários assinando o subreddit /r/micro dosing (/r/microdosing subreddit, Reddit Inc, San Francisco, CA, EUA).

Este interesse público fala de uma necessidade social de estudos científicos para informar o público sobre os efeitos da microdosagem. As investigações científicas iniciais retornaram a muito pouco tempo e já é considerado mais que promissor levando em consideração todos os relatos de pacientes que com apenas duas seções conseguiram se livrar tanto de vícios quanto de depressões severas, pacientes que vinham fazendo tratamentos a anos com remédios convencionais e mesmo assim ainda se sentindo distantes da cura.

Microdosagem de substâncias psicodélicas

Demografia, comorbidades psiquiátricas e uso de substâncias comórbidas, em preparação, e as direções futuras permanecem incertas. Embora a pesquisa psicodélica de dose total esteja crescendo em destaque e os resultados de estudos de dose total possam certamente informar estudos de microdosagem, focar apenas em resultados de dose total conhecidos pode resultar na perda de benefícios imprevistos e desafios específicos da microdosagem.

Como tal, começar com uma abordagem aberta e exploratória pode resultar em uma melhor compreensão dos potenciais benefícios e desafios específicos da microdosagem.

Estudos relatam que as microdoses de psilocibina e as microdoses de ayahuasca (DMT) tem sido importantes para o auxílio e recuperação de pessoas com ansiedade, depressão, estresse pós-traumático e TDAH.

Os benefícios dos psicodélicos em dose completa

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Enquanto mais de mil estudos iniciais relacionam o uso de psicodélicos com efeitos benéficos, houve uma pausa de 40 anos na pesquisa psicodélica após a proibição dessas substâncias. Apesar da proibição contínua, pesquisas modernas revelaram o potencial promissor do LSD e da psilocibina para o tratamento da dependência de álcool e tabaco, depressão e ansiedade de fim de vida, enquanto pesquisas relacionadas com 3,4-metilenodioximetanfetamina (MDMA) mostraram grande promessa para o tratamento do transtorno de estresse pós-traumático.

Os psicodélicos também podem aumentar a abertura e ocasionar experiências do tipo místico em controles saudáveis. Como os psicodélicos de dose total parecem ajudar no alívio de condições psiquiátricas crônicas graves (por exemplo, depressão, ansiedade, TEPT), problemas de saúde mental mais leves podem ser tratados com doses mais baixas e recorrentes. Isso vale especialmente a pena considerar se certos resultados de dose completa dependerem de mecanismos puramente farmacológicos e não principalmente de experiências fenomenológicas.

Limitar a pesquisa de microdosagem a tópicos que foram investigados em pesquisas de dose completa pode negligenciar prematuramente resultados de microdosagem imprevisíveis e potencialmente distintos. A pesquisa de dose total empregou várias avaliações focais de sintomatologia, humor e personalidade que provavelmente são aplicáveis ​​à pesquisa de microdosagem, mas devido às baixas doses e à falta de alteração perceptual pretendida na microdosagem, outros fenômenos de dose completa, como dissolução do ego e experiências do tipo místico, são menos relevantes para a pesquisa de microdosagem.

Em vez disso, como meio de preparação para uma ampla gama de resultados, o presente trabalho solicitou relatórios abertos de benefícios e desafios. Além disso, como as substâncias psicodélicas atuam em locais de receptores neurais distintos, mas sobrepostos, parece plausível que padrões distintos possam surgir para diferentes substâncias.

Os desafios dos psicodélicos em dose total

Enquanto os psicodélicos parecem ter benefícios potenciais consideráveis ​​e baixos riscos fisiológicos, experiências de dose total podem colocar os participantes sob risco psicológico considerável. Em uma pesquisa direcionada aos participantes que tiveram pelo menos uma experiência desafiadora (“bad trip”) com cogumelos psilocibina, 39% dos entrevistados classificaram suas experiências de dose completa como entre as 5 experiências psicologicamente mais difíceis/desafiadoras de suas vidas.

Usaram doses “altas” (22 mg/70 kg) e “baixas” (1 ou 3 mg/70 kg) de psilocibina como condições experimentais e de controle, respectivamente. Um efeito dose-resposta pode ser visto de tal forma que na condição de alta dose, 32% dos participantes relataram desconforto fisiológico, enquanto apenas 12% relataram o mesmo na condição de baixa dose; da mesma forma, 26% relataram ansiedade na condição de alta dose versus 15% na condição de baixa dose. As dores de cabeça de início tardio são outro possível efeito colateral da psilocibina em dose completa.

Para mitigar esses riscos, propuseram diretrizes de segurança para uso com substâncias psicodélicas em dose completa, que dependem do gerenciamento da inclusão de participantes e de um ambiente clínico confortável e guiado.

Como a microdosagem não envolve a intensidade da experiência presente na pesquisa de dose total, experiências desafiadoras podem ser menos prováveis. Pode-se, no entanto, prever que versões menos frequentes e menos intensas de desafios de dose total podem estar presentes mesmo nas doses muito baixas usadas na microdosagem (por exemplo, inquietação em vez de insônia, ansiedade leve em vez de medo, dores de cabeça leves).

Como o estudo da microdosagem está em sua infância, também podemos esperar que haja desafios que vão além do escopo dos relatórios baseados em doses completas; o presente estudo, portanto, preferiu o levantamento aberto de desvantagens em vez de questionários focais pré-existentes.


COGUMELO JUBA DE LEÃO Benefícios, Doses

Juba de Leão

Cérebro

Confira todo o guia do Cogumelo Juba de Leão, um poderoso cogumelo com propriedades que podem melhorar o funcionamento do cérebro , combater a ansiedade e a depressão, além de promover a neurogênese.

O Cogumelo Juba de Leão, também conhecido como Lion's Mane é um antigo cogumelo médico com propriedades, confira onde lions mane comprar. É um neuroprotetor comprovado que pode melhorar a função cerebral, reduzir a ansiedade e a depressão e até promover a neurogênese.

Lion's Mane é uma antiga planta medicinal chinesa que agora é amplamente reconhecida como um suplemento que oferece uma ampla gama de benefícios.

Suas comprovadas neuroprotetoras, capacidade de estimular a produção do fator de crescimento nervoso (NGF), potencial de melhoria cognitiva, e alívio da depressão e ansiedade, tornam-o um dos nootrópicos naturais mais populares e promissores.

O Cogumelo (também conhecido como Hericium Erinaceus, Yamabushitake ou Barba de Satyr) é uma planta nativa da China, Japão, América do Norte e Europa que tem sido usada como tônico geral e tratamento de saúde há séculos. Apesar de ser tradicionalmente prescrito como um restaurador, seu efeito no cérebro é reconhecido há muito tempo, e os médicos antigos o usavam para tratar o que hoje chamamos de doenças neurodegenerativas.

O Cogumelo Juba de Leão é um antigo cogumelo com propriedades medicinais próprias. É um neuroprotetor comprovado que pode melhorar a função cerebral, reduzir a ansiedade e a depressão e até promover a neurogênese. Lion's Mane é uma antiga planta medicinal chinesa que agora é bem reconhecida como um suplemento com uma ampla gama de benefícios.

Ao aumento dos níveis foi demonstrado que o NGF melhorou a memória e a aprendizagem. Estudos sugerem ainda que Juba de Leão é um poderoso neuroprotetor que pode ser útil no tratamento de uma variedade de condições, incluindo danos gastrointestinais, obesidade e até alguns tipos de câncer.

COGUMELOS JUBA DE LEÃO BENEFÍCIOS

Os Cogumelos Juba de Leão possuem propriedades bioativas que apresentam uma variedade de benefícios e efeitos no corpo humano, atuando no cérebro, intestino e coração.

Aqui estão alguns dos efeitos e benefícios que este suplemento pode proporcionar à saúde humana:

#1 Fator de Crescimento, Neuroproteção e Neurogênese

Um dos aspectos mais emocionantes do Juba de Leo é que ele aumenta significativamente os níveis de fator de crescimento neurogênico (NGF), um tipo de proteína cerebral que desempenha um papel importante na plasticidade cerebral, aprendizado e memória.

Os níveis de NGF acima de um certo limite estão ligados à saúde, função e resiliência ideais do cérebro.

O NGF protege os neurônios existentes e também serve como um catalisador para a neurogênese, ou a regeneração de conexões nervosas que foram danificadas pela idade, lesão ou doença. Estudos mostram que o cogumelo é um poderoso neuroprotetor.

Os ratos foram alimentados com uma dieta contendo tanto Lion's Mane quanto um peptídeo conhecido por causar comprometimento do aprendizado e da memória em um notável estudo japonês.

Lion's Mane evitou com sucesso os déficits cognitivos e disfunções pelos quais o peptídeo é conhecido, um resultado que os pesquisadores atribuem a um aumento no NGF.

#2 Função Cerebral e Memória Melhorada

Apesar de haver apenas um estudo documentado sobre como o Cogumelo Juba de Leão afeta o aprendizado e a memória em humanos, os resultados sugerem que ele tem potencial real como potencializador cognitivo.

Adultos com comprometimento cognitivo leve receberam 3 g de extrato de cogumelo por dia durante 16 semanas em um ensaio clínico japonês realizado em 2009.

Os participantes foram postos à prova durante o evento. Seus escores de função cognitiva aumentaram a cada teste, mas caíram após o término da suplementação.

Estudos em animais também defendem reivindicações para a capacidade do suplemento de melhorar a memória e a cognição em pessoas saudáveis.

#3 Reduz a Ansiedade e a Depressão

Lion's Mane pode ajudar a aliviar os sintomas de depressão e ansiedade. Em um estudo japonês de 2010 envolvendo 30 mulheres, metade dos participantes recebeu o Cogumelo Juba de Leão, enquanto a outra metade recebeu um placebo ao longo de quatro semanas.

Testes no final do estudo revelaram que as mulheres que receberam o Cogumelo Juba de Leão tiveram melhor qualidade de sono e muito menos sintomas de ansiedade e depressão do que aquelas que tomaram o placebo.

Apesar de este ser o único estudo humano sobre como o Cogumelo Juba de Leão afeta a depressão e a ansiedade, testes em animais produziram resultados semelhantes.

Em um estudo de 2015, os camundongos com extrato de cogumelo apresentaram menos comportamentos depressivos e marcadores sanguíneos mais baixos de depressão do que os camundongos sem suplementação de juba.

Os pesquisadores atribuem a redução da depressão e ansiedade aos efeitos anti-inflamatórios do cogumelo em estudos humanos e animais.

#4 Outros Benefícios a Saúde

O uso mais tradicional de Juba de Leão na medicina chinesa é tratar problemas estomacais, e estudos recentes comprovaram seus efeitos gastroprotetores.

O Cogumelo Juba de Leão pode ser benéfico no tratamento da obesidade. Estudos em animais mostram que tem um efeito anti-obesidade, reduzindo a capacidade de absorção de gorduras.

Ele pode ser benéfico no tratamento ou prevenção de problemas cardiovasculares. Um extrato de etanol de Juba de Leão melhorou o metabolismo lipolítico de camundongos alimentados com uma dieta rica em gordura, e também demonstrou prevenir a formação de placas sanguíneas , que estão ligadas à trombose.

Dosagem

As recomendações de dosagem típicas variam de 500 a 3000 mg por dia. Como os estudos em humanos sobre o Cogumelo Juba de Leão são limitados, nenhuma dosagem ideal foi estabelecida.

Os participantes de um estudo japonês sobre cognição receberam um total de 3.000 mg de extrato de Juba de Leão 96 % puro por dia, administrado em três doses por via oral.

Essa quantidade pareceu ser eficaz e bem tolerada pelos participantes do estudo , sem efeitos adversos observados. As preparações comerciais de Cogumelo Juba de Leão variam significativamente em força, pureza e composição, impossibilitando a determinação de uma dosagem adequada.

A quantidade necessária para experimentar os benefícios é determinada principalmente pela potência do extrator, portanto, siga as instruções no rótulo do produto.

Considerações Finais

Lion's Mane é um nootrópico natural único e excepcionalmente promissor que comprovadamente melhora a saúde do cérebro, a cognição e protege o cérebro contra lesões, doenças e os efeitos do envelhecimento.

Embora não possui os efeitos imediatos de nootrópicos sintéticos modernos, pode ser um suplemento muito benéfico que merece a atenção de quem quer melhorias reais, duradouras, na memória e na função geral do cérebro.


Como são os efeitos do cogumelo juba de leão

Lion's Mane

COMO FUNCIONA

Os mecanismos de ação do cogumelo são muito diferentes dos de outros nootrópicos. Enquanto racetams e outros nootrópicos sintéticos trabalham para modular a produção de vários neurotransmissores, o cogumelo trabalha para aumentar a quantidade de fator de crescimento nervoso (NGF) no cérebro.

O NGF é uma neurotrofina, uma pequena proteína secretada necessária para o crescimento, manutenção, proliferação e sobrevivência dos neurônios.

O NGF foi descoberto pela primeira vez na década de 1950 e desde então tem sido extensivamente estudado e demonstrado ser um dos mais importantes blocos de construção da saúde cerebral e da neuroplasticidade.

Uma quantidade suficiente de NGF estimula a cognição ao estimular o crescimento e a ramificação dos axônios, que são longas cadeias de células neuronais pelas quais os impulsos são transportados.

Quanto mais axônios houver e quanto melhor for a sua saúde, mais rápida e eficientemente os impulsos poderão ser transmitidos, e melhor será sua cognição e função geral do cérebro.

NGF inadequado prejudica a cognição, levando à degeneração neuronal e eventual morte de células nervosas, e há evidências crescentes de que baixos níveis de FGN estão ligados a distúrbios neurológicos , como a doença de Alzheimer.

O NGF também melhora a cognição promovendo a mielinização, o desenvolvimento de um banho lipídico-proteico que reveste e protege os axônios. A mielina atua como isolante elétrico, aumentando a velocidade com que os impulsos percorrem os axônios.

Ele também estabelece as bases para a reparação e renascimento de axônios que foram cortados ou danificados, fornecendo uma faixa ao longo da qual o renascimento pode ocorrer.

Erinacinas e hericenonas são componentes ativos da Juba de Leão que são responsáveis ​​por aumentar os níveis de NGF. São moléculas pequenas que podem passar facilmente pela barreira hematoencefálica.

Ao contrário da maioria dos nootrópicos modernos, o Cogumelo Juba de Leo não fornece efeitos visíveis imediatos e deve ser usado por pelo menos algumas semanas para experimentar seus benefícios como evitar alzheimer.

EFEITOS COLATERAIS

FUNCIONAMENTO E EFEITOS DO JUBA DE LEÃO

O Cogumelo Juba de Leão parece ser bem tolerado e associado apenas a efeitos colaterais menores.


Mesmo em doses muito altas de até 5 g/kg, nenhum sinal de toxicidade foi demonstrado em estudos com animais.


O efeito colateral mais comumente relatado é a sensação de calor na pele, que pode ser explicada pelo aumento dos níveis dos fatores de crescimento nervoso.

COMBINAÇÕES

Por si só, o cogumelo é muito eficaz, mas também pode ser utilizado com outros suplementos para resultados ainda melhores.

  1. Cogumelos de Juba de Leão para Impulso Cognitivo Imediato
  2. O Lion's Mane pode ser combinado com nootrópicos de ação rápida, como piracetam, pramiracetam, aniracetam ou oxiracetam para um impulso cognitivo imediato.

    Quando os racetams fazem parte de uma combinação, é especialmente importante incluir um suplemento de colina de alta qualidade como Alpha GPC, CDP colina ou centrofenoxina para garantir que haja colina suficiente disponível para conversão em acetilcolina, o neurotransmissor mais fortemente ligado à cognição.

  3. Cogumelo Juba de Leão para Melhoramento Cognitivo a Longo Prazo
  4. Os benefícios mais desejáveis ​​do Lion's Mane são a suplementação a longo prazo (semanas a meses), que resulta em melhorias a longo prazo na função cognitiva.

    Alguns dos suplementos que funcionam bem com o Cogumelo Juba de Leão incluem uridina e óleo de peixe , que protegem as membranas celulares ; zinco, que regula a função sináptica; e ALÇAR, ou acetil-L-Carnitina, que reduz a morte celular no cérebro.

    A pregnenolona ou P5, que estimula a produção de novos neurônios, e a melatonina, que reduz a morte neuronal, são outras duas possíveis adições a uma combinação de juba de leão.

  5. Lion’s Mane para Melhoria Cognitiva Universal
  6. Recomendamos o Mind Lab Pro para um nootrópico pré-formulado que contém uma mistura de 11 suplementos de aprimoramento cognitivo, incluindo Lion's Mane, projetado para otimizar uma ampla gama de funções cognitivas.

    A estratégia Mind Lab Pro visa abordar todos os aspectos da memória, desempenho mental, humor e resistência ao estresse, bem como reparo e manutenção do cérebro.

    Sua combinação nootrópicos destina-se a afetar a energia cerebral, neurotransmissores, fluxo sanguíneo cerebral, ondas cerebrais, neuroproteção e regeneração.

CONCLUSÃO

As duas coisas mais importantes a serem lembradas são que os tratamentos contra o câncer e a nutrição nunca são os mesmos para todos. A nutrição, que inclui alimentos e suplementos nutricionais como o cogumelo juba de leão, é uma ferramenta eficaz que pode ser controlada por si no combate ao cancro.

Que tipo de comida você come e quais suplementos você toma depende inteiramente de você .Sua decisão deve levar em consideração as mutações no gene do câncer, o que é câncer, tratamentos e suplementos atuais, quaisquer alergias e informações sobre seu estilo de vida, peso, altura e hábitos.


Terapia com Psilocibina - As Grandes Melhorias

terapia com psilocibina

As descobertas iniciais de dois estudos realizados no Imperial College relataram uma redução nas medidas de depressão, mas o mecanismo que sustenta como o tratamento exerce esses efeitos não é claro.

Psilocibina estudos recentes

No último estudo, uma equipe liderada pelo Imperial's Center for Psychedelic Research analisou exames de ressonância magnética funcional de participantes desses dois ensaios, que incluíram quase 60 participantes: um ensaio aberto em depressão resistente ao tratamento – onde todos os participantes receberam psilocibina; e um estudo de controle randomizado em depressão mais geral que comparou a psilocibina com o escitalopram inibidor seletivo da recaptação da serotonina (ISRS).

Os participantes em geral também receberam terapias de fala com profissionais de saúde mental registrados e exames neurológicos foram feitos antes e, um dia ou três semanas após os participantes receberem a terapia com psilocibina.

Os dois ensaios se depararam com melhorias relacionadas à terapia com psilocibina, conforme medido pelas pontuações aprimoradas dos participantes em questionários na clínica. A análise dos exames neurológicos revelou comunicação alterada ou conectividade entre as regiões do cérebro.

“Essas descobertas são importantes porque, pela primeira vez, descobrimos que a psilocibina funciona de maneira diferente dos antidepressivos convencionais”.

Chefe do Centro Imperial de Pesquisa Psicodélica

Professor David Nutt terapia-com-psilocibina

Mais especificamente, eles descobriram um aumento na comunicação entre as regiões do cérebro que são mais segregadas em pacientes deprimidos.

Eles descobriram uma ligação entre esse efeito e uma redução nos sintomas em ambos os experimentos – embora a força e a duração do efeito variem entre os participantes, foi mais forte naqueles que relataram uma redução nos sintomas.

Os pesquisadores acrescentaram que, enquanto os dados de acompanhamento dos participantes ainda estão sendo analisados, as mudanças iniciais na atividade cerebral um dia após o tratamento foram um bom preditor de se uma pessoa ainda apresentaria melhora em seis meses.

“Ainda não se sabe quanto tempo duram as mudanças na atividade do cérebro observadas com a terapia com cogumelos mágicos, e pesquisas a mais são necessárias para entender isso”, estamos apenas no início de uma grande jornada disse o professor.

Os autores alertam que, embora esses achados sejam encorajadores, estudos anteriores que avaliaram a psilocibina para depressão foram conduzidos em condições clínicas controladas , usando uma dose formulada em laboratório , e incluíram amplo apoio psicológico antes, durante e após a administração.

O professor David Nutt, diretor do Imperial Center for Psychedelic Research, afirmou: "Essas descobertas são significativas porque, pela primeira vez, descobrimos que a psilocibina funciona de maneira diferente dos antidepressivos convencionais - tornando o cérebro mais flexível e fluido e menos enraizado em pensamento negativo ."sintomas relacionados com a depressão Isso valida nossas previsões iniciais e confirma que a psilocibina pode ser uma opção viável de tratamento para a depressão."

“Uma implicação emocional de nossas descobertas é que descobrimos um mecanismo fundamental pelo qual a terapia psiquiátrica funciona não apenas para a depressão, mas também para outras doenças mentais, como anorexia e violência”. Agora devemos determinar se este é o caso e, em caso afirmativo, se descobrimos algo significativo."

Os doadores Alex Mosley Charitable Trust e Imperial Center for Psychedelic Research financiaram a pesquisa.O primeiro autor, Dr. Richard Daws, que agora está baseado no King 's College London, foi apoiado pelo Imperial College London EPSRC Centre London for Doctoral Training (CDT) em Neurotecnologia, disse o professor Carhart-Harris.

Depressão pós Pandemia e remédios ineficazes

A depressão é uma condição de saúde mental altamente prevalente, cuja incidência aumentou durante a pandemia de COVID-19, por exemplo, refletida no aumento das prescrições de medicamentos antidepressivos. No entanto, mesmo os antidepressivos de melhor desempenho apresentam eficácia modesta, efeitos colaterais não desprezíveis, problemas de descontinuação e altas taxas de recaída, destacando a necessidade de novos e aprimorados tratamentos.

Pacientes com diagnóstico de depressão frequentemente apresentam um viés cognitivo negativo, caracterizado por pessimismo, pouca flexibilidade cognitiva, padrões de pensamento rígidos e fixações negativas em relação ao 'eu' e ao futuro. Vários autores se inspiraram direta ou indiretamente na teoria dos sistemas dinâmicos para descrever os episódios depressivos como 'estados atratores' (estados cognitivos estereotipados com 'atração gravitacional').

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Pesquisas de neuroimagem têm encontrado consistentemente exemplos de funcionamento anormal do cérebro na depressão, ressonantes com sua fenomenologia. Uma rede cerebral intrínseca hierarquicamente supra ordenada, a rede de modo padrão (DMN), está associada à introspecção e ao pensamento autorreferencial. Essas funções cognitivas são frequentemente hiperativas na depressão, e vários estudos relacionam o envolvimento excessivo do funcionamento do DMN com a sintomatologia depressiva.

Além da DMN, outras redes cerebrais de ordem superior, como a rede executiva (EN) e a rede de saliência (SN), têm sido implicadas na depressão. Essas redes estão associadas ao 'controle cognitivo' e troca de atenção interna versus externa.

Essa mudança de atenção é frequentemente prejudicada na depressão. Surpreendentemente, o subtipo de receptor de serotonina 2A (5-HT2A), que é o principal local de ligação proteômica de drogas psicodélicas serotoninérgicas "clássicas", como a psilocibina, é mais densamente expresso em um padrão amplo de córtex que se assemelha a um mapa de conjunção de o DMN, EN e SN, correspondendo à porção transmodal do gradiente hierárquico principal do cérebro.Nos últimos 15 anos, pelo menos seis ensaios clínicos separados relataram melhorias impressionantes nos sintomas depressivos com a terapia com psilocibina. Incluídos entre esses estudos estão (1) um ensaio aberto em depressão resistente ao tratamento e (2) um ensaio clínico randomizado controlado duplo-cego (DB-RCT) com um comparador ativo, o inibidor seletivo de recaptação de serotonina (ISRS) e antidepressivo convencional, escitalopram.

Esses dois ensaios, que incluíram fMRI pré-tratamento e pós-tratamento, são o foco das análises deste artigo.

Ação terapêutica da psilocibina

A ação terapêutica da psilocibina e psicodélicos relacionados é incompletamente compreendida; no entanto, um modelo propõe que os psicodélicos causam uma desregulação induzida pelo receptor 5-HT2A da atividade neuronal espontânea em nível populacional, ligada a uma 'desintegração' temporária de redes cerebrais funcionais intrínsecas e uma diminuição hipotética na ponderação de precisão de modelos preditivos codificados (pelo menos em parte) pela integridade dos módulos funcionais.

Um corolário importante da 'desintegração' modular parece ser a ampliação do repertório funcional de estados do cérebro, o que muitos identificam como a morte do égo proporcional a uma paisagem energética global mais ampla ou plana.

Aqui nós hipotetizamos que a descoberta bem replicada de desintegração e desagregação da rede cerebral sob psicodélicos será aparente sub agudamente, em dados de fMRI em estado de repouso pós-tratamento. Também levantamos a hipótese de que esse efeito, consistente com uma paisagem de energia mais plana, se relaciona com melhores resultados de depressão e não será observado após um curso do ISRS, escitalopram.

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